sexta-feira, 19 de junho de 2015

Sobre a tal fórmula do Amor: Amor = Disposição!

                             Sim, o dia dos namorados acabou e toda aquela pressão para os solteiros arrumarem um namorado, também (pois, se você não namora, já se encontra na casa dos 30 e não se encontra casado, é porque no mínimo, você tem algum problema. Odeio essas colocações).

                               Mas em meio a essa confusão toda, a esse romantismo idealizado e tudo mais, me parei para pensar nas inúmeras matérias, artigos, livros que já li e que estão a nossa disposição em todo lugar para dizer a tal da fórmula do amor. Uns dizem que é química, outros, que é a ação dos hormônios. Tem quem acredite em conjunção astral, carnal, espiritual e o mais. Mas eu cheguei a uma formula bem complexa, mas simples – bem mais simples – do que se imagina.

 E a fórmula é: AMOR = DISPOSIÇÃO !!!

Vou repetir mais uma vez: AMOR=DISPOSIÇÃO !!!

Não entendeu? Vamos lá:  A M O R = D I S P O S I Ç Ã O !!!

                               Peço até desculpas para quem se ofendeu com a brincadeira acima, mas é a mais pura realidade. A fórmula do amor é mais simples do que imaginamos. Chama-se DISPOSIÇÃO.

                               O que vemos por aí é um monte de gente querendo alguém para chamar de seu, mas um monte de gente indisposta a sair do sofá.

                               Um bando de loucos querendo ser amados do jeito que são, mas indispostos a amar o outro do jeito que é.

                               Gente que clama por perdão por um monte de coisas erradas, mas indispostas a mudar determinados comportamentos.

                               Particularmente, não acredito em “ O amor acabou” e sim em “Não estou disposto a permanecer (ou até mesmo iniciar) uma relação com você”.
                              
                               Se cada um de nós, antes de começar (ou até mesmo em momentos de crise e o mais) uma relação, tivéssemos a capacidade de se perguntar a respeito de sua disposição, da sua capacidade de criação, reinvenção e o tudo mais, acredito que teríamos relacionamentos mais frutíferos e saudáveis, se compararmos ao que vemos mundo afora.

                               Não querendo ser moralista, me pergunto a respeito de pessoas que conseguem transar umas com as outras, mas não estão dispostas a se relacionarem entre si por aquilo, que de fato são. Como conseguem se relacionar sexualmente (o que na minha visão, é muito mais íntimo e profundo, em todos os sentidos) e não conseguem trocar meia dúzia de palavras. Pergunto, pois, eu não consigo me enxergar dentro de uma situação dessas. Assim como não consigo enxergar-me em uma relação onde eu simplesmente atendo todos os meus instintos sem o consentimento e conhecimento do outro (pois aqui, ao meu ver, são duas coisas distintas).

                               Para finalizar esse post, quero dizer que acredito no amor, sou romântico a moda antiga, leio e escrevo poesia e antes de escrever este post, refleti muito a respeito da minha disposição para o amor.
                              
Palavras de ordem para esse post: Disposição para todos nós!!!

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